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Laboratório produtor dos kits interrompeu a fabricação; Ministério da Saúde discute alternativas e afirma que o problema é mundial.



O Brasil enfrenta a falta de teste para diagnóstico de tuberculose latente, aquela em estágio inicial, em que o paciente é assintomático. O problema ocorre porque o laboratório produtor dos kits, na Dinamarca, foi vendido e interrompeu a fabricação. O governo brasileiro foi avisado no primeiro semestre, quando fazia a encomenda para o período de 2014/2015.
O Ministério da Saúde está discutindo alternativas: a compra de testes mais caros para grupos vulneráveis ou a transferência de tecnologia para fabricação nacional. Já há falta dos kits nos Estados. A tuberculose é a quarta causa de morte entre as doenças infecciosas. "Não podemos ficar a mercê da decisão da cadeia de produção internacional. Temos de ter autonomia." Diz Roberto Pereira, Integrante do fórum de ongs de combate à tuberculose.
O teste tuberculínico ou PPD(derivado de proteína purificada, na sigla em inglês) é um exame subcutâneo em que uma fração do bacilo de koch, bactéria causadora da tuberculose, é injetada no braço. Se houver reação, indica que o paciente foi infectado. Ele ainda está assintomático e não transmite a doença. Nesse caso, inicia-se o tratamento preventivo, com apenas um medicamento - a tuberculose ativa é tratada com um coquetel de remédios.
O exame é indicado para pacientes com baixa imunidade(HIV positivo ou portadores de doenças inflamatórias autoimunes, como artrite reumatoide, psoríase, doença de crohn, que serão tratados com medicamentos imunossupressores); e profissionais de saúde.
"Esse não é um problema do governo brasileiro. Há dinheiro para comprar, mas nã há quem venda. Tanto os statens Serun Institut, da Dinamarca, quanto a sanofi suspenderam a fabricação. Agora, é discutir o que fazer, como substituir", disse Margareth Dalcomo, pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz (fiocruz) e integrante do comitê técnico que assessora o Ministério da Saúde. "A recomendação do Ministério da Saúde em saco de crianças é radiografá-las. Se não estiverem doentes, e conviverem com pessoas com tuberculose, deve´se iniciar o tratamento profilático", explica ela, para quem no caso de pacientes com HIV e doenças inflamatórias autoimunes, a "decisão é mais complexa". "Para esses grupos de maior risco, sem dúvida seria desejável que tivéssemos acesso ao PPD ou a outros tipos de testes". Nos Estados Unidos, o PPD foi substituído pelo ingra (ensaios de detecção de interferon gama em sangue, na sigla em inglês), exame mais caro, o que dificulta a compra em larga escala. Outra sugestão é que a tecnologia de produção do PPD seja transferida para algum laboratório brasileiro. Em nota, o Ministério da Saúde afirma que o teste PPD " é um exame complementar aos principais métodos de diagnóstico laboratorial da doença, que são o baciloscopia, exames clínicos e de RX".
A falta do teste PPD é mundial.
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Falta de Teste Tuberculínico no País

Por Cida → domingo, 30 de novembro de 2014

Imunização contra tétano, coqueluche e difteria (dTpa) começa nesta segunda (3).
Vacina está disponível nas unidades de saúde de todo o estado.

Grávidas devem tomar a vacina entre a 27ª e 36ª semana de gestação. A dTpa produz anticorpos que são passados para o feto pela placenta da mãe, diminuindo, assim, a incidência das doenças em recém-nascidos. Porém, mesmo que a mãe tenha tomado a vacina, as doses devem ser reforçadas no 2º, 4º e 6º mês da criança, para os anticorpos se consolidarem.
A coqueluche é uma doença grave nos primeiros meses de vida. "As conseqüências dessa doença podem levar à morte ou deixar seqüelas, como problemas cardíacos no bebê". Profissionais de saúde que atendem recém-nascidos nas maternidades e UTIs neonatais também precisam ser vacinados.
Caso a gestante já tenha tomado a dTpa, ela só precisa tomar o reforço. Se nunca tiver tomado a vacina, a grávida deve tomar duas doses de dT(difteria e Tétano) e uma de dTpa, com intervalo de 30 dias entre cada vacina, sendo a última de dTpa. Não existe contra-indicação. As reações são muito raras, sendo comum apenas a dor temporária no local.
A imunização passa a compor o calendário do Sistema Único de Saúde (SUS) e será produzida em pelo Instituto Butantã. Ela será oferecida em qualquer época do ano.
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Calendário Nacional de Imunização inclui vacina dTpa para gestantes

Por Cida → terça-feira, 4 de novembro de 2014

Imunização é oferecida pelo SUS apenas para crianças entre 1 e 2 anos incompletos
Neste mês, 13 estados estão começando a vacinar as crianças de um ano completo até dois anos incompletos contra a hepatite A. O Amapá, Amazonas, Bahia, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe e Tocantins têm a meta de, juntos, imunizar 1,1 milhão de crianças em um ano.
Ministério da Saúde incluiu, no fim de julho, a vacina no calendário nacional de imunização do Sistema Único de Saúde, porém, os estados têm autonomia para decidir quando começam a vacinar.  Segundo o Ministério da Saúde, todos os estados receberam as vacinas, que inicialmente serão aplicadas em dose única, com monitoramento para identificar a necessidade de uma segunda dose.
A hepatite A normalmente é benigna e raramente apresenta uma forma grave. No Brasil, o Ministério da Saúde estima que ocorram por ano 130 novos casos a cada 100 mil habitantes.
A disseminação da doença costuma estar relacionada a condições de higiene, pois é ela é transmitida principalmente pelo contato com fezes contaminadas. Muitas veze,s esse contato se dá de forma indireta, pela água e por alimentos. O contato com pessoas contaminadas também pode causar a transmissão.
O Ministério da Saúde ressalta que a vacina contra a hepatite A é segura e, praticamente, isenta de reações adversas, mas como em qualquer outra vacina, pode causar alguns efeitos, como inchaço no local da aplicação e vermelhidão, ou outras reações generalizadas, como fraqueza, cansaço, febre e dores no corpo.
A meta nacional é imunizar 95% do público-alvo. O Ministério da Saúde investiu R$ 111,1 milhões na compra de 5,6 milhões de doses da vacina.

Fonte: R7
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Treze estados começam a vacinar contra a hepatite A

Por Cida → segunda-feira, 18 de agosto de 2014





              Se contraído, o Ebola é uma das doenças mais mortais que existem. É um vírus altamente infeccioso que pode matar mais de 90% das pessoas que o contraem, causando pânico nas populações infectadas.
A organização humanitária internacional Médicos Sem Fronteiras (MSF) tratou centenas de pessoas com a doença e ajudou a conter inúmeras epidemias ameaçadoras. 
Fatos
             A primeira vez que o vírus Ebola surgiu foi em 1976, em surtos simultâneos em Nzara, no Sudão, e em Yambuku, na República Democrática do Congo, em uma região situada próximo do Rio Ebola, que dá nome à doença.
Morcegos frutívoros são considerados os hospedeiros naturais do vírus Ebola. A taxa de fatalidade do vírus varia entre 25 e 90%, dependendo da cepa.
Primeiramente, o vírus Ebola foi associado a um surto de 318 casos de uma doença hemorrágica no Zaire (hoje República Democrática do Congo), em 1976. Dos 318 casos, 280 pessoas morreram rapidamente. No mesmo ano, 284 pessoas no Sudão também foram infectadas com o vírus e 156 morreram.
Há cinco espécies do vírus Ebola: Bundibugyo, Costa do Marfim, Reston, Sudão e Zaire, nomes dados a partir dos locais de seus locais de origem. Quatro dessas cinco cepas causaram a doença em humanos. Mesmo que o vírus Reston possa infectar humanos, nenhuma enfermidade ou morte foi relatada.
O que causa o Ebola?
            O Ebola pode ser contraído tanto de humanos como de animais. O vírus é transmitido por meio do contato com sangue, secreções ou outros fluídos corporais.
Agentes de saúde freqüentemente são infectados enquanto tratam pacientes com Ebola. Isso pode ocorrer devido ao contato sem o uso de luvas, máscaras ou óculos de proteção apropriados.
Sintomas 
            No início, os sintomas não são específicos, o que dificulta o diagnóstico.
A doença é freqüentemente caracterizada pelo início repentino de febre, fraqueza, dor muscular, dores de cabeça e inflamação na garganta. Isso é seguido por vômitos, diarréia, coceiras, deficiência nas funções hepáticas e renais e, em alguns casos, sangramento interno e externo.
            Os sintomas podem aparecer de dois a 21 dias após a exposição ao vírus. Alguns pacientes podem ainda apresentar erupções cutâneas, olhos avermelhados, soluços, dores no peito e dificuldade para respirar e engolir.
Diagnóstico
           
Diagnosticar o Ebola é difícil porque os primeiros sintomas, como olhos avermelhados e erupções cutâneas, são comuns.
Infecções por Ebola só podem ser diagnosticadas definitivamente em laboratório, após a realização de cinco diferentes testes.
Esses testes são de grande risco biológico e devem ser conduzidos sob condições de máxima contenção. O número de transmissões de humano para humano ocorreu devido à falta de vestimentas de proteção.
Tratamento
          
Ainda não há tratamento ou vacina específico para o Ebola.
O tratamento padrão para a doença limita-se à terapia de apoio, que consiste em hidratar o paciente, manter seus níveis de oxigênio e pressão sanguínea e tratar quaisquer infecções. Apesar das dificuldades para diagnosticar o Ebola nos estágios iniciais da doença, aqueles que apresentam os sintomas devem ser isolados e os profissionais de saúde pública notificados. A terapia de apoio pode continuar, desde que sejam utilizadas as vestimentas de proteção apropriadas até que amostras do paciente sejam testadas para confirmar a infecção.
MSF conteve um surto de Ebola em Uganda em 2012, instalando uma área de controle entorno do centro de tratamento. 
           O fim de um surto de Ebola apenas é declarado oficialmente após o término de 42 dias sem nenhum novo caso confirmado.


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Sintomas e tratamento do Ebola

Por Cida → quarta-feira, 6 de agosto de 2014

             O primeiro dos dois agentes norte-americanos infectados com o vírus mortal Ebola na Libéria chegou nos Estados Unidos neste sábado, onde será tratado em um hospital em Atlanta.
Um avião fretado com o doutor Kent Brantly pousou na Base Aérea Dobbins, em Marietta, na Georgia, pouco antes do meio-dia local, afirmou um porta-voz da base.
Brantly foi transferido para uma ambulância para ser levado ao Hospital da Universidade de Emory. Ele será tratado em uma unidade isolada e especialmente equipada, disse o porta-voz, tenente-coronel James Wilson.
Brantly trabalha para a organização cristã Samaritan's Purse. A segunda integrante da entidade, a missionária Nancy Writebol, deverá ser transportada em um voo mais tarde, já que o avião está equipado apenas para levar um paciente por vez.
Brantly e Writebol estavam ajudando vítimas do pior surto de Ebola na África Ocidental quando contraíram a doença. Desde fevereiro, mais de 700 pessoas já morreram na região. Apesar da preocupação entre alguns nos Estados Unidos sobre a transferência ao país de pacientes infectados com o vírus Ebola, as autoridades de saúde disseram que levar os agentes humanitários aos EUA não colocará a população em risco.
              A unidade hospitalar, montada com ajuda do Centro de Controle e Prevenção de Doenças, é uma de apenas quatro no país capacitada para lidar com esses casos. A instalação está separada fisicamente das outras áreas de pacientes, proporcionando um elevado grau de isolamento clínico. 
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Chega aos EUA o avião com médico norte-americano infectado pelo ebola

Por Cida →

Especialistas de diferentes nacionalidades se reunirão para determinar até que ponto a proliferação da doença é um risco para a comunidade internacional. Organização Mundial da Saúde (OMS) pode declarar o surto do vírus ebola "ameaça sanitária internacional", o que implicaria medidas de controle e restrições de viagem, além de verificações em aeroportos. A partir desta quarta-feira, 15 especialistas de diferentes nacionalidades se reúnem em caráter de emergência para determinar até que ponto a proliferação da doença no oeste da África é um risco para a comunidade internacional e vão estudar medidas para freá-la. Se o grupo de cientistas considerar que existe risco, as medidas serão anunciadas já na sexta-feira. Os governos no oeste da África já se organizam para tentar impedir que haja uma declaração de restrição de viagens, o que poderia representar um colapso econômico para países já fragilizados.  A OMS indica que 1,6 mil pessoas já foram afetadas pelo maior surto da doença, com 887 mortos.  

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OMS pode declarar vírus ebola ameaça sanitária mundial

Por Cida →
Voltei!!
Como prometi, hoje vou postar mais um calendário vacinal.


Calendário de 1975
- Substituição da vacina BCG oral pela BCG-ID, um produto mais termoestável.
- Introdução da vacina dupla tipo adulto (dT) para as pessoas a partir de 7 anos de idade. O toxóide tetânico (TT) era aplicado para os maiores de 14 anos.

1 – oral nos primeiros dias, se houver condições aplicar intradérmico
2 – se não recebeu BCG id anteriormente
3 – se não apresentar cicatriz

BCG – vacina contra tuberculose
DTP – vacina tríplice contra difteria, tétano e coqueluche (pertussis)
dT – contra difteria e tétano – dupla adulto

IDADE
VACINA
DOSE
Ao nascer
BCG (1)

2 meses
DTP e
Poliomielite
Primeira dose
3 meses
DTP
Segunda dose
4 meses
DTP e
Poliomielite
Terceira dose
Segunda dose
6 meses
Poliomielite
Terceira dose
7 meses
Sarampo e
Varíola
Única
Dose única
8 meses
BCG id (2)
Dose única
18 meses
DTP e poliomielite
Primeiro reforço
3 a 4 anos
DTP e poliomielite
Segundo reforço
7 anos
dT,
Varíola (3)


Reforço
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Calendário Vacinal de 1975

Por Cida → quarta-feira, 30 de julho de 2014